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Início » Senadores confrontam CVM por suposta omissão em fraude bilionária do Banco Master
Política

Senadores confrontam CVM por suposta omissão em fraude bilionária do Banco Master

Nrb NewsPor Nrb News24 de fevereiro de 20263 Minutos de Leitura
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© Saulo Cruz/Agência Senado

A Comissão do Banco Master no Senado cobrou, nesta terça-feira (24), o presidente interino da CVM, João Carlos Accioly. A cobrança é por uma suposta omissão da instituição na fiscalização do Banco Master, acusado de uma fraude bilionária no mercado de capitais.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou que esta não é a primeira vez que a CVM se mostra omissa. Ele relembrou escândalos de fraudes anteriores, onde “nada foi feito”.

Braga enfatizou: “A CVM não é réu primário no caso da transparência. É só lembrar o que aconteceu no caso das Lojas Americanas”.

Ele acrescentou que “milhões de brasileiros estão sendo prejudicados porque o dinheiro do seu fundo de previdência evaporou-se de forma criminosa”. Braga insiste que “não dá para dizer que a CVM não foi omissa”.

A CVM é a autarquia federal responsável por regular e fiscalizar os mercados de bolsa e capitais. Sua função inclui proteger investidores de atos ilegais ou fraudes financeiras.

A instituição, ligada ao Ministério da Fazenda, possui independência administrativa e orçamentária. Seus dirigentes têm mandato fixo.

Eduardo Braga sugeriu um envolvimento da CVM que pode ir além da omissão. Ele destacou que o Banco Master teria usado o dinheiro dos clientes para “tapar os buracos” no orçamento.

“Estou usando o adjetivo omissão porque quero ser politicamente correto”, disse Braga. “O nome disso, lamentavelmente, não é omissão”, completou ele, sugerindo um possível conflito de interesses.

Versão da CVM: transparência e atuação

João Accioly, presidente interino da CVM desde maio de 2022, destacou sua versão dos fatos. Ele afirmou que a suposta omissão ocorreu na divulgação do que foi feito para inibir fraudes, não na atuação.

Accioly afirmou que a operação Compliance Zero da PF ocorreu após a CVM comunicar o Ministério Público Federal em junho sobre indícios de aporte de quase R$ 500 milhões do Banco Master em clínicas “laranjas”. Segundo ele, a CVM detectou essa irregularidade em sua supervisão.

O presidente interino ressaltou que as informações para a operação da PF partiram da CVM. Accioly também citou a abertura de 200 processos, sendo 24 deles sobre a tentativa de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB).

“Há vários exemplos de atuações da CVM”, destacou. Ele argumentou que a responsabilidade do crime é dos criminosos, e não das instituições fiscalizadoras, embora reconheça a necessidade de melhorias.

Accioly explicou que fraudadores identificam brechas nos sistemas institucionais. Assim, grandes fraudes servem para aprimorar instrumentos de coibição.

Onde está a falha?

A senadora Leila Barros (PDT-DF) questionou o presidente da CVM sobre a falha no sistema de proteção. Ela indagou onde estava o erro, já que a instituição alega ter feito seu trabalho.

“Os processos e a investigação ocorreram, mas a fraude, os rombos, aconteceram”, indagou Leila. “Onde está o erro se a CVM identificou e comunicou o Ministério Público, mas a fraude persistiu?”.

Accioly respondeu que é cedo para identificar as falhas. Ele informou que a CVM criou um Grupo de Trabalho (GT) para mapear os principais erros da Comissão.

“O relatório do GT terá uma visão introspectiva para aprender com acertos e erros e aprimorar”, disse Accioly. Ele admitiu que “pode ter havido erro” e que os erros serão identificados.

A CVM é composta por um presidente e quatro diretores, nomeados pelo Presidente da República e aprovados pelo Senado. O mandato dos dirigentes é de cinco anos, sem recondução. Atualmente, o colegiado tem três cadeiras de diretor vagas, sendo duas com indicados aguardando sabatina.

Banco Master CVM fraude mercado de capitais omissão
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