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Início » A revolução feminina nos gramados: como mulheres transformam o futebol brasileiro
Esportes

A revolução feminina nos gramados: como mulheres transformam o futebol brasileiro

Fernanda FigueiredoPor Fernanda Figueiredo24 de março de 20263 Minutos de Leitura
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Em um cenário historicamente dominado por homens, as mulheres no futebol enfrentam desafios diários que exigem determinação. Neste Mês da Mulher, atletas e narradoras compartilham suas histórias de superação em um esporte que já foi proibido a elas por quase 40 anos.

Dados de 2022 da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) revelam o tamanho do desafio: apenas 360 jogadoras profissionais e 17 árbitras estavam registradas no país.

Construindo um ambiente seguro

A ex-jogadora Formiga, diretora de Políticas de Futebol e de Promoção do Futebol Feminino no Ministério do Esporte, enfatiza a necessidade de um ambiente seguro para mais mulheres em campo.

Com um currículo impressionante – sete Copas do Mundo, duas vezes vice-campeã olímpica e mundial – Formiga é uma voz ativa pela mudança no esporte.

Ela defende que a segurança deve ser para todas: “Precisamos trazer segurança não só para essas atletas de hoje, mas para todas as meninas, mulheres, independentemente em que cargo estejam, seja como treinadora, árbitra, diretora.”

A formação de base é crucial. “Meninas tem até demais, talentos temos até demais, mas, enquanto não tivermos estrutura, vamos avançar pouco”, destaca a atleta.

Formiga defende que todos os estados consolidem times femininos e invistam na formação de base, seguindo o exemplo de São Paulo.

Ela aponta que, embora São Paulo seja um polo do futebol feminino, é preciso um equilíbrio nacional, com apoio dos clubes para essa expansão.

O talento da base: Isadora Jardim no Corinthians

A meio-campista Isadora Jardim disputa a categoria sub-15 pelo Corinthians- iisagol.10/Instagram

A meio-campista Isadora Jardim, de apenas 14 anos, vive um momento desafiador e promissor: atua no Corinthians e foi convocada para a Seleção Brasileira sub-15.

Ela se mudou do Distrito Federal para São Paulo, onde concilia treinos matinais e estudos vespertinos em sua nova rotina.

Isadora revela já ter enfrentado preconceito. “Já ouvi muitos comentários do tipo ‘futebol não é para mulher’, ‘mulher não joga futebol’. E Isso nunca é bom, mas aprendi a lidar com eles e a me tornar mais forte.”

Para outras meninas, a mensagem de Isadora é clara: “Nunca desistam e continuem treinando”, incentivando-as a enfrentar os desafios e seguir firmes em seus sonhos no futebol.

A voz feminina na narração esportiva

A narradora Luciana Zogaib integra a equipe de esportes da EBC Fernando Frazão/Agência Brasil

A narradora Luciana Zogaib da EBC (TV Brasil e Rádio Nacional) aborda a predominância masculina na locução esportiva, um desafio cultural marcante.

“O rádio tem 100 anos, e só havia homens fazendo esse trabalho de locução. Há uma resistência muito grande em relação às mulheres. Culturalmente, o machismo no futebol é muito, muito forte”, afirma.

Ela ressalta a importância da presença feminina nas cabines para expandir o mercado e criar novas oportunidades para locutoras em outros veículos.

Copa do Mundo Feminina de 2027 e o apoio da EBC

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) prioriza a exibição do futebol feminino e participa dos preparativos para a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, que será realizada no Brasil.

Em parceria com o Ministério do Esporte, a EBC busca expandir o alcance do futebol feminino para todas as regiões do país.

Recentemente, a secretária extraordinária para a Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027, Juliana Agatte, reuniu-se com o presidente da EBC, André Basbaum, e com o diretor-geral, David Butter, para discutir o legado social e esportivo da competição para o Brasil.

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