A Copa do Mundo entra em um breve recesso nesta quarta-feira (8), após dias intensos de confrontos. Com o encerramento das oitavas de final, as seleções se preparam para as quartas, que começam na quinta-feira (9). Até aqui, o torneio já reservou momentos épicos, com grandes lances, quedas de gigantes e polêmicas marcantes.
Grandes potências dão adeus: Alemanha, Holanda e Brasil
Algumas das maiores seleções já se despediram da competição, incluindo Alemanha, Holanda e Brasil. A Alemanha, campeã em 2014, novamente não avançou das oitavas, sendo eliminada pelo Paraguai na fase de 16 avos de final.
A Holanda viveu um confronto eletrizante contra o Marrocos, que culminou em sua eliminação nos pênaltis. O goleiro Bono foi o grande herói marroquino, repetindo atuações decisivas de Copas anteriores.
O Brasil, sob comando de Carlo Ancelotti, também deu adeus após um desempenho inconsistente. Apesar de contar com o talento de Vinícius Jr, a equipe não conseguiu superar a Noruega nas oitavas.
A Noruega, mais organizada taticamente, contou com a estrela de Haaland, que marcou dois gols decisivos contra o Brasil. A eliminação brasileira gerou críticas intensas na imprensa mundial.
Cabo Verde: a surpresa que encantou a todos
Uma das grandes sensações da Copa foi Cabo Verde, que surpreendeu a todos com sua garra. Mesmo eliminada pela Argentina nas oitavas de final, a seleção africana forçou a prorrogação e causou um calvário aos atuais campeões.
O gol de Sidny Cabral, um chute perfeito de longe no ângulo, foi eleito pela FIFA como o mais bonito da fase. Cabo Verde também se destacou por segurar empates com a Espanha e o Uruguai na fase de grupos.
O goleiro Vozinha, um veterano de 40 anos e sem clube antes do torneio, tornou-se uma celebridade. Sua atuação impecável na Copa certamente garantirá um novo contrato em breve.
A polêmica de Trump e o cartão cancelado
Uma das maiores polêmicas da Copa envolveu o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante a partida entre EUA e Bósnia, o atacante americano Balogun foi expulso pelo árbitro Raphael Claus após uma falta grave.
Trump, discordando da decisão, contatou o presidente da FIFA, Gianni Infantino, solicitando a revisão do cartão vermelho. O Comitê Disciplinar da FIFA acatou o pedido, revertendo a expulsão de Balogun.
Apesar da intervenção, Balogun teve uma atuação apagada no jogo seguinte, contra a Bélgica nas oitavas de final. Os belgas golearam os EUA por 4×1 e ainda provocaram Trump na comemoração do último gol.
A hegemonia francesa: um time imparável
A França tem se consolidado como a grande favorita ao título, exibindo um futebol dominante e ofensivo. Os atuais vice-campeões superaram Senegal, Iraque, Noruega e Suécia sem grandes dificuldades.
Nas oitavas de final, a equipe francesa enfrentou um difícil Paraguai, vencendo por 1 x 0 em uma partida intensa. O time sul-americano apostou na defesa, mas não conseguiu levar o jogo para os pênaltis.
O elenco francês é recheado de estrelas, como o seguro zagueiro Upamecano e os meias Rabiot, Dembélé e Olise, que controlam o ritmo da partida. No ataque, o craque Mbappé continua sendo a principal referência.