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Início » Pesquisadora: nenhum governador tem controle total sobre polícias e isso alimenta a violência letal
Brasil

Pesquisadora: nenhum governador tem controle total sobre polícias e isso alimenta a violência letal

Nrb NewsPor Nrb News7 de fevereiro de 20263 Minutos de Leitura
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© Frame TV Brasil

A organização não governamental Human Rights Watch alertou sobre o uso irrestrito da força letal pela polícia no Brasil. A entidade aponta que essa estratégia tem gerado mais violência e insegurança no país, destacando um episódio recente de alta letalidade.

Em resposta a este cenário, a especialista em conflitos e violência e professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Carolina Grillo, critica o empobrecimento do debate sobre segurança pública. Segundo Grillo, há uma insistência em modelos que não produzem resultados há décadas.

A escalada da violência policial no Brasil

De janeiro a novembro de **2025**, forças policiais mataram **5.920 pessoas** no Brasil. O episódio mais letal foi a **Operação Contenção**, no Rio de Janeiro, em **28 de outubro**, que resultou na morte de **122 pessoas**, incluindo cinco policiais.

O relatório da Human Rights Watch também cita dados do Ministério da Justiça, indicando a morte de **185 policiais** no ano passado e **131 suicídios** de agentes. Grillo observa que estados como Bahia e São Paulo estão replicando o *modus operandi* das polícias cariocas.

Essa replicação agrava os problemas de segurança pública e a impunidade por crimes cometidos por agentes estatais. Isso chancela uma atuação mais letal por parte de policiais que já agem com relativa autonomia e discricionariedade nas ruas.

Audiência Pública sobre Operação Escudo/Verão, organizada pela Ouvidoria de Polícia de São Paulo e Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A autonomia das forças de segurança

A pesquisadora da UFF enfatiza que nenhum governador possui controle efetivo sobre as forças de segurança. “As instituições policiais possuem grupos muito poderosos no seu interior e uma relativa autonomia”, afirma Grillo.

Ela acrescenta que os próprios agentes nas ruas detêm discricionariedade significativa. Essa falta de controle pleno e a **promessa de impunidade** estimulam a atuação policial violenta.

Por que operações letais persistem?

Carolina Grillo sugere que as operações policiais espetaculares, apesar da ineficiência conhecida pela própria polícia, trazem **retornos eleitorais**. Elas criam a sensação na população de que ‘estão fazendo alguma coisa’, elevando a popularidade dos mandatários.

Ações de inteligência, como as investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e da Polícia Federal, são mais eficazes no desmantelamento do crime organizado. No entanto, são ações silenciosas, sem o grande impacto social de operações como a Contenção.

O papel da imprensa na cobertura da violência

A pesquisadora critica a cobertura tendenciosa da imprensa nacional na **Operação Contenção**. Ela aponta que o discurso do governo do Rio de Janeiro predominou nas narrativas, naturalizando um evento que foi considerado uma chacina pela imprensa internacional.

Mesa com autoridades do Estado do Rio de Janeiro durante coletiva de imprensa sobre a Operação Contenção na Cidade da Polícia, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Autonomia Força letal Polícia Segurança Pública violência
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