Investimentos de **R$ 815 milhões** do Programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia alcançaram um marco importante. A iniciativa resultou na diminuição de queimadas em **70 municípios prioritários** da região.
O programa visa fortalecer a cooperação federativa. Ele também estimula o protagonismo dos gestores locais no combate aos incêndios e ao desmatamento.
Desmatamento cai e agronegócio cresce
Durante balanço da política pública, a ministra Marina Silva, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), destacou o sucesso da iniciativa. “O desmatamento caiu em **50%** na Amazônia desde 2022 enquanto o agronegócio cresceu”, afirmou. A ministra ressaltou a abertura de “mais de **500 novos mercados** desde 2023”.
Os recursos foram aplicados na aquisição de mais de **2 mil veículos** para fiscalização. Houve ainda a capacitação técnica de mais de **500 pessoas** nos municípios e a remuneração de **4 mil pequenos agricultores** por serviços ambientais.
Novos investimentos e contratos
Além do balanço positivo, novos contratos foram assinados. Eles visam à regularização fundiária e ambiental, bem como à prestação de Assistência Técnica e Extensão Rural. A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) intermediou a ação.
Esses novos investimentos somam **R$ 75 milhões**. Eles beneficiarão cerca de **32 mil imóveis rurais** em **48 municípios** dos estados do Acre, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Roraima e Rondônia.
Sobre o Programa União com Municípios
Criado em **setembro de 2023**, o Programa União com Municípios promove a cooperação entre esferas federativas. Seu foco é aumentar o controle e o monitoramento de queimadas e do desmatamento na Amazônia.
A regularização fundiária e ambiental, assim como a recuperação da vegetação, são ações complementares. Elas apoiam a produção sustentável na região.
Os recursos para o programa vêm do **Fundo Amazônia**, do **MMA** e do **Ministério da Justiça e Segurança Pública**. Outros fundos e políticas públicas, como o Projeto Floresta+ Amazônia, também contribuem.