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Início » Sanções dos EUA: entenda o impacto devastador na economia da Venezuela
Brasil

Sanções dos EUA: entenda o impacto devastador na economia da Venezuela

Nrb NewsPor Nrb News18 de janeiro de 20264 Minutos de Leitura
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© REUTERS/Maxwell Briceno/Proibida reprodução

A Venezuela tem sido alvo de ações militares e, há anos, sofre os efeitos das sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos. Essas medidas, chamadas de Coercitivas Unilaterais, são apontadas por estudos como uma arma de política externa cada vez mais utilizada.

O objetivo é pressionar ou derrubar governos específicos, um roteiro que se repete em outros países, como o Irã. Para entender essa dinâmica, a Agência Brasil conversou com especialistas e analisou dados da ONU.

A estratégia por trás das sanções

A economista e socióloga Juliane Furno, professora adjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), explica que as sanções visam “asfixiar experiências políticas que fogem ao controle dos países imperialistas”. O intuito é gerar descontentamento social para provocar uma mudança de regime.

Dona das maiores reservas de petróleo do mundo, a Venezuela foi alvo dessas medidas econômicas dos Estados Unidos. Os EUA justificam as ações com argumentos de proteção aos direitos humanos, defesa da democracia e combate ao narcotráfico.

O bloqueio financeiro e comercial em detalhes

O embargo financeiro e comercial imposto à Venezuela teve múltiplas facetas. Ele obstruiu o financiamento da indústria petroleira, impôs restrições para o refinanciamento da dívida do país e dificultou transações monetárias internacionais.

Além disso, ativos venezuelanos no exterior foram congelados ou transferidos para o controle da oposição. Portugal e Reino Unido também adotaram o bloqueio, com o Banco Central da Inglaterra confiscando 31 toneladas de ouro, avaliadas em US$ 1,2 bilhões.

Washington colocou sob suspeita todas as transações vinculadas à Venezuela, bloqueando canais financeiros com outras nações. A empresa Citgo, principal filial da estatal petroleira PdVSA nos EUA, teve o pagamento de seus dividendos proibido ao governo venezuelano.

A Citgo foi liquidada pela justiça dos EUA no final de 2025 para servir de ativo a credores internacionais da Venezuela. Caracas classificou a medida como “roubo”.

A profunda crise econômica e o debate sobre responsabilidades

Refugiados venezuelanos – Reuters/Ricardo Moraes/ Direitos Reservados

A Venezuela enfrentou uma recessão severa de 2013 a 2022, que consumiu cerca de 75% do seu PIB. Este colapso impulsionou a imigração de mais de 7,5 milhões de pessoas, representando aproximadamente 20% da população do país.

Especialistas divergem sobre a responsabilidade da crise, dividindo opiniões entre a gestão dos governos chavistas e o impacto das sanções dos EUA. É um debate complexo com diferentes perspectivas e cronologias.

Cronologia: recessão e aplicação de sanções

A recessão no país começou no segundo semestre de 2014, ligada à crise dos preços do petróleo. No entanto, as primeiras sanções abrangentes contra a Venezuela foram adotadas em agosto de 2017, durante o primeiro governo de Donald Trump.

Essas sanções iniciais restringiram o acesso da Venezuela ao mercado financeiro norte-americano. Novas medidas foram aplicadas entre 2018 e 2020, atingindo comércios de ouro, minérios, petróleo e diesel.

O governo norte-americano também impôs sanções secundárias, penalizando empresas de outros países que negociavam com a Venezuela. Isso ampliou consideravelmente o alcance do bloqueio econômico.

O impacto das sanções na vida dos venezuelanos

O economista venezuelano Francisco Rodríguez, professor da Universidade de Denver, reconhece o peso da gestão interna para a recessão antes de 2017. Contudo, ele enfatiza o papel significativo do embargo econômico no aprofundamento da crise.

Rodríguez afirma que “dizer que os venezuelanos estão fugindo unicamente por causa do regime de Maduro não passa de uma mera retórica”. Ele argumenta que isso ignora o impacto fundamental das sanções nas condições de vida da população.

Suas pesquisas fornecem evidências de que as sanções foram um dos principais fatores para o colapso econômico e o declínio dos padrões de vida observado desde 2012. Elas interromperam as receitas do petróleo, essenciais para financiar as importações de outros setores.

O economista calculou, no final de 2024, que a reimposição de sanções de pressão máxima levaria à emigração de mais 1 milhão de venezuelanos adicionais nos próximos cinco anos. Este cenário seria em comparação com um sem sanções econômicas.

Bloqueio Estados Unidos Petróleo Sanções venezuela
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