Após a dolorosa eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo, Vinícius Júnior, artilheiro da equipe com quatro gols, veio a público pedir desculpas à torcida. Em entrevista concedida neste domingo (5), o atacante reiterou seu compromisso inabalável com a meta de conquistar o hexacampeonato mundial.
Vini Jr. se desculpa e promete luta pelo hexa
Com poucas palavras e visivelmente abalado pela derrota de 2 a 1 para a Noruega, em Nova Jersey (Estados Unidos), Vini Jr. expressou seu pesar. “É um momento muito delicado. Peço desculpas à torcida que acreditou em nós”, afirmou o jogador.
Apesar do revés, o atacante do Real Madrid fez uma promessa. “Desta vez, não foi possível. Mas não vou desistir de tentar botar o Brasil no topo de volta”, garantiu, mantendo aceso o sonho do título mundial.
A partida contra a Noruega foi marcada por um desempenho abaixo do esperado, com o Brasil registrando apenas 32% de posse de bola. Segundo a FIFA, Vinícius Júnior foi o jogador com mais erros forçados (15) no confronto.
Questionado sobre a cobrança de pênalti perdida por Bruno Guimarães, Vini Jr. defendeu a decisão do técnico Carlo Ancelotti. “O mister escolheu o Bruno. Nunca fui vaidoso de querer artilharia, eu jogo pela equipe”, explicou, prestando apoio ao colega: “Muita força ao Bruno pela competição que ele fez”.
Marquinhos: incerteza sobre o futuro na Seleção
O zagueiro Marquinhos também falou com os jornalistas após a partida, confirmando a escolha da comissão técnica para o cobrador de pênalti. No entanto, ao contrário de Vini Jr., o capitão da equipe não projetou um novo ciclo na seleção brasileira.
Com 32 anos atualmente, Marquinhos terá 36 anos no próximo Mundial, agendado para 2030 em Portugal, Espanha e Marrocos. Ele expressou incerteza sobre sua participação futura.
“Foi minha terceira Copa e, infelizmente, não consegui sair com título em nenhuma. Eu não sei qual será o futuro. Quatro anos é muita coisa”, lamentou o defensor, sugerindo um possível fim de ciclo na Canarinho.
Marquinhos terá 36 anos no próximo mundial da Fifa, em 2030 – Vincent Carchietta/Reuters/proibida reprodução